segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Ovelha Negra da Família

Enquanto isso, em mais uma refeição de um dia-a-dia normal de uma família...

Tudo bem que, às vezes, algumas comidas podem ser meio assustadoras e não convencerem em suas mais variadas formas ao serem digeridas, mas... nunca achei que teria problemas na vida com as batatas-fritas, sempre muito bem recebidas por mim. Mas convenhamos que uma batata-ereta é meio muito, não?

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Ironia

O Blogger tornou-se a própria contradição: melhorou para pior. Para quê, eu pergunto, complicar nossa vida? Vai ver passei mesmo muitos dias Offline e emburreci no quesito Internet. Primeiro, fiquei sem computador durante três longas semanas. E depois, fiquei mais uma em Porto Alegre. Logo, estou meio sem entender as transformações futurísticas do meu tão ex-descomplicado BlogSpot.
Aliás, até esse nomezinho deveria mudar. Porque a nossa URL não poderia ser somente "blogger.com" ? Esse negócio de BlogSpot sempre atrapalha minha vida quando vou dizer o endereço para alguém. É.. BlogS...o quê ? Definitavemente, chato. Bom, sem mais postagens até eu entender o que aconteceu por aqui. Sim, porque os acentos ficaram revirados no template, a barrinha incoveniente voltou (mas essa eu já eliminei cruelmente com um código de extermínio), o Google toma conta de mais alguma coisa, uma nova migração seguida de chateação. Quando eu tiver paciência destrincho isso aqui. Por enquanto, vou ali fofocar no Orkut que é mais fácil.

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

. O Bom Filho à Casa Torna .

Enfim, de volta ao Rio de Janeiro. Depois de passar uns dias em Canoas, no Rio Grande do Sul - praticamente uma roça - por conta dos exames de saúde da Aeronáutica, voltei para a minha cidade que brindou-me com uma triste notícia: a morte atroz do menino João Hélio, que todo mundo soube e chorou junto com a família do pequeno. É, realmente estou na minha terra. O Brasil inteiro não tem mais jeito, mas acredito que o Rio está atingindo um ápice brutal de índices de violência. Renato Russo (em "Que país é esse?") já retratara perfeitamente o que nunca mudou e nem há esperança de mudar: "Nas favelas, no senado, Sujeira pra todo lado". A mãe de João Hélio dizia que essa atrocidade poderia ter acontecido com outros Joãos, o nome que certamente colocarei num filho meu, se o tiver um dia. Um filho que por vezes nem nos dá coragem de colocar num mundo onde o futuro é o medo dos limites da crueldade humana. Ficam aqui os meus pesares ao triste episódio, sem esquecer também que, há quatro anos atrás, a jovem Grabriela Prado Maia Ribeiro também fora vítima do sangue frio que corre nas veias da violência, quando uma bala perdida a atingiu num metrô carioca. Onde vamos parar, não sei. Com a justiça do nosso país, com a lei penal que favorece menores de idade, com a falta de segurança, a minha única certeza é que estamos patrocinando uma oficina de monstros, é que estamos cavando a própria cova. Quando coisas assim acontecem, páro e penso se a pena de morte não seria uma solução viável? Viável, talvez, mas fácil demais para assassinos tão cruéis. Este Post tinha de ser em solidariedade aos familiares do pequeno Joãozinho, esta criança inocente que agora encontra-se certamente, melhor do que nós e numa iluminação capaz de compreender e perdoar aqueles que lhe ceifaram a vida ainda em botão. Tenho certeza que para os que ficam, ele deixou uma grande lição.No próximo post, eu conto como foram meus dias no "Big Brother Brasil de Canoas" (depois explico), pois não poderia me calar diante disto. O Brasil está de luto. Vá em paz, João. E nós aqui ficamos, limitados à entender a ignorância daqueles que nascem, crescem, reproduzem e matam.