quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Nota

Pode parecer arrogância, mas não é: o fato é que esse blog tem me dado, ultimamente, a sensação de que estou sendo espiada e vigiada por diversas pessoas que não entram aqui com o inocente intuito de me fazerem uma visita. Nada disso. Eles chegam na tentativa de saber um pouco mais do que vem acontecendo na minha vida, uma espécie de espião declarado. Declarado porque eu tenho meios de saber quem entra, como e quando e de onde. E, apesar de ter a certeza de que não escrevo nada além do que a maioria daqueles que me conhecem já sabem, incomoda muito esse tipo de gente, principalmente por não serem muito queridos por perto e na vida real. Enfim... como estou num período de mudança de cidade e tal... ou seja, até final de janeiro estarei saindo da roça e muitas outras coisas boas demais acontecendo na minha vida, preferi, por enquanto, não dar orientações indiretas à essa gente, cujo olho é maior do que o rosto, se é que me entendem. E me perdoem meus fiéis leitores e amigos, mas eu também estou sem tempo nenhum para internet e virtualismos, infelizmente! Só que eu volto sim... espero que entendam essas mudanças que têm ocorrido na minha vida, pois meu coração já entendeu que é hora de parar um pouco por aqui, pelo menos por enquanto.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Só para constar...

O Luciano Huck visitou a Academia da Força Aérea para gravar o "Lata Velha", um dos quadros do seu programa. Se, por ventura, aparecerem loucas mulheres cantando Raul Seixas no meio da gravação (que não sei quando vai ao ar), pode ser que essas pessoas sejam eu e a minha turma. Risos.
Bom, ando ouvindo muito Luan Santana, vendo shows do Luan Santana e pagando de tiete do Luan Santana. Logo eu que o achava sem graça demais. A culpa foi dos paulistas que incutiram sertanejo nas minhas veias cariocas. Paguei com a língua. E, para finalizar, estou trabalhando em cima de um livro que estou escrevendo, a fim de participar de um concurso literário. Somente para explicar o quase-abandono do blog. Abandonei, não. Mas ele vai ficar um pouquinho paradinho: vida corrida pra caramba, tempo escasso, novidades mil. E acho que vem muito mais por aí. Eu volto.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

É preciso saber viver ou Momento Diarinho

Bom, já faz uns dias que resolvi tirar a ferrugem do corpo e ingerir muito Centrum para voltar a freqüentar academia de ginástica. Eu tinha esquecido o quanto é bom fazer musculação e exercícios físicos, embora eu fuja um pouco de qualquer coisa aeróbica. Adoro malhar pernas, braços e o que é melhor ainda, espiar os rapazes exibindo seus músculos perante os espelhos, enquanto levantam quilos e quilos de ferro. É de tirar o fôlego. Rs.... E, nada como se exercitar para espantar o frio que tem feito no interior de São Paulo. Não canso de dizer nunca que estou perdida em Pirassununga à trabalho – é preciso frisar que, carioca nunca chega a esta cidade por livre e espontânea vontade. Ossos do ofício militar. As pessoas desse pedaço de mapa são muito JECAS, não dá. Mas enfim, como estou neste lugar por tempo indeterminado, resolvi ocupá-lo por inteiro, para que passe bem rápido: além do expediente no quartel, namoro um pouquinho, faço faculdade à noite e também academia, já pensando em entrar logo numa auto-escola. Sabe como é né? Um carro é essencial para fugir de Pirassununga nos finais de semana. Enquanto isso não acontece, vou planejando a minha viagem de férias, no próximo mês. Já pensei em casa de praia no litoral ou fazendas mineiras, sei lá. Há tanta coisa a se pensar, programar, fazer. Eu só sei que não há nada mais gratificante nessa vida do que simplesmente... viver.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Reflexões Pós-Expediente

Penso numa forma eficaz de segurar a vontade insistente do meu relógio em fazer tic-tac, tic-tac... Cada vez esse tic entra na minha vida numa velocidade quase "TAC"cardíaca. Eu preciso de mais vinte e quatro horas por dia e mais do que oito horas de sono. Eu preciso de tempo, tempo! Tempo para andar por aí despreocupada. Sim, sem essas duzentas mil obrigações do trabalho que insistem em perturbar a paz que antecede a chegada do sono – não é mesmo fácil ser encarregada de duas seções. Ainda tem a faculdade e suas trezentas mil matérias complicadíssimas... rs Mas reclamar para quê? Amo o que faço e nunca me arrependi com as minhas escolhas. Ainda assim, queria segurar o ponteiro só um cadinho que fosse...

...sabe como é, né? Está chegando a Festa do Peão de Boiadeiro em Barretos e eu estou morando tão pertinho e... o Luan Santana vai estar lá e eu ando querendo curtir muito e esquecer da vida...

... um cadinho só. Ti...iic....Taa.....c.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Segunda conclusão tardia da semana



Seja eficiente no seu trabalho, em tudo aquilo o que você faz, mas nunca, nunca mesmo se torne uma pessoa imprescindível. Sério mesmo.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Conclusão Tardia


Existem pessoas que a gente não precisa nem tentar ferrar: elas mesmas fazem isso sozinhas.


domingo, 18 de julho de 2010

Diálogo insano*

- Cala a boca!
- Como assim?
- Fecha a matraca, parece uma gralha!
- Como assim?!
- O mundo está farto de apáticos. Fala e faz, pelo menos. Se for para ficar se mostrando, chega né. Você está longe de conseguir chamar a minha atenção assim, só me oferece chá de ojeriza. Babaquice tem limite, Brasil!
- Eu não entendo!
- Pra variar não entende. Por isso fala tanto. É uma maneira de suprir a insegurança, disfarçar o sistema inoperante.
- ?!
- Pois é. A festa acabou, a farra passou, a consciência chegou, eu vou curtir a ressaca. Quanto à você, procure um puteiro, um boteco, um terapeuta, um hospício...
- Deve se achar mesmo muito superior.
- Mas é só usar o bom senso para perceber que, comparada à você, sou mesmo.
- E o que eu faço agora?
- Faz um graaaaaaaaaande favor?
- ?!
- SOME!!!
- Assim?!
- Assim... Juro que não te odeio, mas querer que eu me importe com você é querer demais, né? Contente-se com a indiferença!


*Pequeno intervalo de conversação, inspirado por temas de comunidades do Orkut, que me fizeram perceber que, com os relacionamentos anteriores é preciso aprender a ter amnésia!!! E pensar que terão pelo menos uns três cidadãos que se apropriarão do diálogo acima, achando que são os protagonistas... tsc, tsc, tsc. Como é difícil os homens entenderem!!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Converse!

Oba! Comprei mais um ALL STAR para a minha coleção! Dessa vez o modelo foi Converse Linen Hi Areia, com detalhes em couro. Eu adoro All Star, nunca neguei. Nas minhas primeiras fotos infantis, ele já estava lá no meu pé fazendo toda a diferença. A verdade é que esse tênis nunca saiu de moda e a probabilidade é que nunca saia, pois novos modelos estão sendo lançados a todo momento, cada um mais detalhado do que o outro, uma mistura para todos os gostos. Mas o bom mesmo do All Star é que ele combina com qualquer tipo de roupa. E quando eu falo qualquer tipo, inclui até mesmo roupas sociais!! Isso é muito bom, pois indica que o All Star saiu da classificação de “tênis de roqueiros” para ocupar espaço no visual de muita gente bacana, com estilos variados. Eu adoro e sempre compro os meus através do site da Loja Vírus, uma das mais completas em fornecer tênis dessa marca, dentre outros, como Ked’s, Bull Terrier, Ed Hardy, Royal Elastics, Caterpillar, etc... Vale a pena conferir!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Sobre Cheiros...

Sou uma pessoa muito ligada a cheiros. O primeiro passo para um homem chamar a minha atenção é usar um bom perfume. Esse lance todo de “cheiro de pele de homem” não é nada másculo e nem sensual - nós, mulheres, gostamos muito de caras cheirosos. E nada de inventar perfuminhos de quinta e se banhar com eles, porque o máximo que o sujeito pode conseguir é sufocar a garota (isso já aconteceu com um... digamos conhecido, para não ofender o cara que já é cheio de complexos, que achava que tava abafando com seu parfum e quase me matou quando fui cheirá-lo – e eu, claro, falei nada... risos). Eu tenho uma coisa que chamo de “ritual cheiroso” todos os dias, após tomar banho. Tem coisas que não abro mão mesmo. Shampoo só uso da marca AMEND, bem como cremes de tratamento capilar (que uso no lugar do condicionador). São um pouco carinhos, mas deixam o visual do cabelo muito legal. Como desodorante uso KAIK feminino e finalizo com perfume VETRA FANTASY (não é popular, mas é delicioso!). Assim como os homens exigem que as mulheres cuidem do corpo e sejam cheirosas, também queremos que o inverso aconteça. E tenho percebido isso. Outro dia um cara passou por mim e deixou seu rastro amadeirado no ar: um cheiro que ficou inesquecível na minha memória. Enfim... Não sou exatamente o protótipo de vaidade em pessoa, mas não há nada como alguém cheirosinho do lado, não é mesmo?

E você, leitor, usa que perfume?

quinta-feira, 8 de julho de 2010


Alegria, Alegria: folga compriiiiida
Cansaço. 
Muito. Muito mesmo.
Parece que tomei litros de soníferos.
Coisa tensa.
Essa semana não foi Coca-Cola. Preciso urgentemente recarregar as baterias.

Nada como uma viagem, boas músicas e belas paisagens.
Afinal, estou de folga do trabalho até terça-feira que vem.

Eu volto.


UPDATE: Coca-Cola = Gostosa como a vida deve ser.

terça-feira, 6 de julho de 2010

A soma dos quadrados dos catetos...blá blá blá



Ai, ai... Voltando de uma prova muito difícil na faculdade: Matemática Financeira. Se até Dostoievski achava a Matemática algo desprezível, por que é que eu vou gostar e, principalmente, entender? Dessa vez acho que vou passar raspando. Coisa ruim essa: dá a sensação de que não se estudou nada, quando na verdade você até se matou de estudar, perdeu noites de sono, descabelou-se horas à fio tentando entender complexos organismos numéricos que se estendiam na sua frente. Bom... tá bem, pode não ter sido assim, mas foi mais ou menos desse jeito. Quero mesmo é distância desses números que sempre me atordoaram, desde a minha mais tenra idade. Traumas de notas escolares, infindáveis recuperações, vermelhidão profunda nos boletins. Normalmente esse é o mal de quem gosta de português e de escrever. Sorte com as palavras, azar com os números e vice-versa...

Aliás, falando de faculdade e tal, taí uma coisa que nunca pensei em fazer. Na verdade, resolvi me matricular no ensino superior apenas por pretensões futuras na minha carreira, mas não imaginava como é legal ser uma universitária. Primeiro porque você percebe que sempre existirá algo novo para aprender e que o pouco que você sabe ou, sabia, realmente era muito pouco mesmo! Eu faço Administração de Empresas e trabalho dentro dessa área na Aeronáutica. Um exercício diário de burocracia e papéis. É preciso tomar um chazinho de paciência todos os dias – coisa que se acostuma - muito mais por força do hábito do que por extrema paixão pelo ofício. E se me perguntam se é realmente uma administradora o que eu quero ser, talvez eu responda que sim pelos meus planos futuros de oficialato, mas responderia que não, porque ainda não estarei satisfeita se não fizer uma faculdade de Jornalismo. E, se devagar se vai ao longe... É, um dia eu chego lá.

E você, leitor? Faz faculdade? Pretende fazer alguma?

domingo, 4 de julho de 2010

Coisa de Criança

(Isabella, 1 ano e 1 mês. Minha afilhada em seu primeiro dia de aula.)


E de repente você estava lá:
Soltava as minhas mãos
Entrava na escola...
Mochila de carrinho,
Fraldas, brinquedos, copinho
Como é que o tempo passou assim
E eu não vi?
Quando me toquei
Você já ia embora
Não imitou a sua dindinha
Que esperneou na porta da escola
Você foi exemplo de conduta
Mirim
Você foi o que de melhor aconteceu
Para mim
Que até arrisquei esse poema
E você sabe bebê, não é minha praia
Mas escrevo só para você
Para te dizer que infelizmente
O tempo passa rápido demais
Para você compreender
Que se eu pudesse
Te faria
A vida inteira criancinha
Mas não dá, né?

Pois é.

sábado, 3 de julho de 2010

Papo de fim de sábado

Sábado em uma estúpida cidade de interior, nada muito interessante para fazer, o jeito é blogar. E por que não continuar falando de futebol? Fico feliz com a derrota da Argentina e triste com uma parcela (pequena, ainda bem) de brasileiros medíocres. Quem são eles? São aqueles patriotas de ocasiões, ou melhor, nada de patriotas, apenas futebolistas. Poucas horas depois da derrota brasileira, dei um giro pelo Orkut e constatei o óbvio: avatares verde-amarelos sendo substituídos, bem como planos de fundo e afins. Tudo bem que o torcedor está chateado, talvez até inconformado, mas a seleção fez a sua parte, lutou, jogou, torceu. E devemos aplaudi-la, sim, de pé. Falta de sorte não é culpa de ninguém, nem da camisa, nem dos jogadores, nem do Mick Jagger. Em todo o caso, esse é o tipo de torcedor brasileiro que o Brasil não precisa ter. Eu continuarei vestindo as cores da bandeira. Ate 2014.


E por falar em 2014, ano em que o Brasil sediará a Copa do Mundo, fico imaginando como as cidades vão parar nessa época. Vai ser uma festa memorável. E quem viver verá. Aproveitando a deixa, já existe um abaixo assinado rolando na internet, o Abre a Copa Mineirão, um um movimento para trazer a abertura dos jogos da Copa de 2014 ao estádio do Mineirão, em Belo Horizonte/MG. Como estarei sendo transferida em breve e à trabalho para a capital mineira, estou puxando a sardinha para meu lado, né?


Mudando de assunto, o João Victor, do Blog ANPULHETA, indicou o Matizar ao selo Sunshine Award. Obrigado João! Visitarei mais dez blogs fazendo a mesma indicação.


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Suco de Laranja Azedo

É ... Brasileiro é desse jeito: veste a camisa, pinta as cores no rosto, no peito. O coração bate mais alto que o som das vuvuzelas. Talvez a culpa tenha sido do uniforme, do descontrole emocional dos jogadores, do Dunga. Mas não. É apenas um jogo de futebol, só não sabemos como nos convencer disso. Doeu. Doeu mais ainda porque não parecia que seria assim.

Hoje, chorou o homem, a mulher, a criança. O sonho ficou ainda mais distante. E na nossa fé brasileira, a gente espera com o grito de gol preso na garganta: a sexta estrela brilhará sim... aqui no Brasil, em 2014.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Coração Verde-Amarelo


Nossa, como é bom chegar em casa e saber que amanhã não será preciso acordar cedo para trabalhar, pois tenho programação muito melhor à fazer: torcer para o Brasil passar por mais essa fase, já que os Laranjas Mecânicas são um adversário terrível! Então... preparemos os corações e as vuvuzelas, porque os nervos ficarão à flor da pele e, ao contrário da perspectiva dos bolões que têm sido feitos por aí, acredito sim que a seleção brasileira pode superar esta quarta de final e que nós, torcedores aflitos, poderemos liberar aquele grito de gol que sempre fica preso na garganta. Salve, salve!

E você leitor, qual seu palpite para esse jogo?

quarta-feira, 30 de junho de 2010

A Arte de Criticar

Trabalhar com sono é uma das piores sensações do universo. Mas isso nem me atrapalhou tanto hoje porque estou animada, não sei bem com o quê, mas ando muito disposta ultimamente. Talvez tenham sido as férias, revitalizante. Bom, mas o motivo pelo qual eu trocaria meu dia de trabalho por uma cama quentinha vai muito mais além do que uma simples preguiça ou, o gélido inverno do interior paulista. Não, nada disso! As minhas noites de terças e quintas-feiras têm sido dele, somente dele: Marco Camargo.

Olhar sexy, jeito de conquistador, sorriso hipnotizante e - e o que é o melhor de tudo - uma maestria impressionante na arte de criticar. Isso, é claro, sendo bastante eufêmica, pois Marco Camargo não critica, Marco Camargo acaba com as pessoas. O jurado do programa Ídolos, da Rede Record, possui o dom de enxergar os piores defeitos no ser humano e suas irônicas palavras fazem qualquer candidato rebaixar sua estima instantaneamente. Seus companheiros de Júri, Calainho e Paula Lima também não deixam por menos e completam a trupe da maledicência, mas ele, o bendito Marco Camargo parece que possui a arte encrostada no âmago. E é por essa razão que meu sono matutino é benquisto, pois adoro pessoas inteligentes.

Muitos acham que as críticas são grosseiras, machucam e ferem a moral dos candidatos que, ao perceberem o fracasso diante dos olhares reprovadores da banca, saem xingando aos ventos. Não concordo, porque também sou uma pessoa extremamente crítica. Observo muito mais defeitos do que qualidades nas pessoas e só tenho prazer em fazer isso porque sei que também sou cheia de imperfeições. Aceito que me critiquem, quando as críticas condizem com a verdade e são construtivas. No caso de Marco Camargo, elas são destrutivas. Mas ele pode. E é perfeitamente entendível toda a irritação em suas expressões, pois vivemos numa época onde qualquer garotinho de franjas acha que pode se tornar membro de uma famosa boyband, onde óculos em outrora debochados e relacionados aos nerds, hoje são sinônimo de moda, uma geração que cultua ídolos pela alternatividade e não pela voz. Marco Camargo é antigo e ao mesmo tempo, aberto às novas tendências e sensações. Irônico de não caber em si e seletivo por natureza. Politicamente incorreto. E é por isso que por Marco eu suspiro, somente por Marco.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Exercitando a Paciência de Fim de Dia


Hoje eu estava voltando do trabalho para casa dentro de um ônibus lotado. Ônibus são veículos singelos, imagino que meus leitores achem o mesmo. Esse ônibus, na verdade, era uma viatura militar e, como se poderia esperar, estava abarrotado de militares. Uma variedade incrível de gente falando ou tentando se mexer em qualquer ínfimo metro cúbico. Mas o fato de ficar em pé toda uma viagem nem me incomodou tanto dessa vez, como me incomodaram os próprios passageiros. Refiro-me ao povo do fundão. A galera que senta em fundão de ônibus, habitualmente, é aquela que gosta de zonear. A galera que senta em fundão de ônibus militar é jovem, quase sempre recrutas ou soldados que ainda não aprenderam a se comportar (nada contra a classe, tenho muitos amigos nela, mas tudo contra o excesso de infantilidade). Quando se juntam em bandos, a zona vira avacalhação. E, quando você decide, inocentemente, prestar atenção naquilo o que acontece lá atrás, começa a se envergonhar. Sim, você se envergonha de conhecer aquela gente e, principalmente, dividir o mesmo meio de transporte. Garotos jovens possuem a testosterona aflorada, é fato. A vontade de aparecer e de achar que toda aquela bagunça é algo muito bonito e que todos os passageiros devem estar se remoendo por não participarem da farra traseira é latente. Papo descabeçado, risadas altas e descontroladas, zoação entre os membros dos grupos e uma fanfarra sem sentido algum fizeram com que nós, tranqüilos passageiros da parte da frente do ônibus, nos entreolhássemos entre suspiros impacientes. O que eu mais gostei mesmo foi quando um dos passageiros resolveu comentar, ironicamente: - Isso aqui está pior que aqueles ônibus que levam os bóias-frias para a zona rural. O bóia-fria é pobre, mas é educado, sabe se comportar, não faz isso não. Acho que nem a torcida organizada do Flamengo!

É por essas e outras que eu preciso aprender a dirigir e comprar um carro. Now!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Os filhos deste solo...

O melhor mesmo desse lance todo de Copa do Mundo é a mamata do meio expediente. A gente acaba torcendo pela seleção com muito mais fervor do que somente pela Pátria Amada, Brasil, mãe gentil... Mesmo porque, patriotismo brasileiro só nasce em época de futebol e morre assim que a Copa acaba. E tem mais: brasileiro que se preza não aceita vice-campeonato e as bandeirinhas e cores pátrias vão desaparecendo das janelas, roupas e acessórios com a mesma velocidade que surgiram. Basta um pequeno giro pelo Orkut e poderemos ver os avatares verde-amarelos pintando e bordando a rede social. Legal, né? Era pra ser, pelo menos se metade desses fervorosos torcedores soubesse ao menos cantar inteiro o Hino Nacional. Como não sabem... Continuo a minha tese de que, o barato mesmo do Mundial é o meio expediente, a churrascada e a farra que todo brasileiro gosta. É isso aí.

E que venha a Laranja Mecânica! Sem nenhum Alex DeLarge por lá, não corremos tanto perigo assim... risos.

domingo, 27 de junho de 2010

Fim de Festa

Ah... Acabou-se o que era doce! A primeira parcela das minhas férias termina junto com esse domingo e, amanhã, é dia de voltar à torturante escravidão dos trabalhadores brasileiros. Mas em setembro virão outros quinze dias de férias ansiosamente aguardados (sim... já as espero com muita expectativa!). Bom, posso dizer que o saldo desse meu primeiro recesso foi positivo. Viajei e conheci Poços de Caldas-MG de um ângulo nunca antes visto por mim. Já tinha passado por lá, no ano anterior, mas foi péssima experiência, saí da cidade com uma equivocada impressão, por ter ido com companhia tão xôxa... que... quase não conheci nada! Dessa vez resolvi dar outra chance à cidade do Sul de Minas e me apaixonei pelo lugar. Águas sulfurosas, paisagens lindas, feiras de artesanato e roupas à preços muito acessíveis. Fiz umas comprinhas espetaculares, esbaldei-me em parques de diversões, escalei montanhas e só não saltei de paraglider porque o precinho estava meio salgado... risos.

Outra parte das férias passou-se no meu querido Rio de Janeiro, minha cidade Natal. Fui visitar parentes e esquecer um pouco da monótona rotina paulista. Os Pirassununguenses que me desculpem, mas roça é para caipira, não para cariocas. Quando vim para PiraCity (à trabalho, que fique claro) tinha a certeza absoluta de que eu e essa cidade não nos daríamos bem e isso só vem se confirmando no decorrer dos dias. Mas, como nem tudo é tão ruim, uma coisa aqui é boa: há bons lugares próximos para fugir no final de semana e nas férias, uma vez que não há vida em Pirassununga após as dezessete horas.

É... Copa do Mundo, um ano da morte de Michael Jackson, aniversário de um ano da minha afilhada, provas absurdamente difíceis na faculdade, tudo aconteceu nesses 15 dias de descanso, a tal ponto que estava quase me sentindo civil novamente. Então tudo passa, tudo passará... volto ao sério semblante que uma farda exige, às continências e responsabilidades, certa de que, em setembro, Guarujá me espera.

Ah, praia, sol, mar... vai ser demais! Boa semana à todos.

(Mas, antes disso, preciso conhecer a 25 de março, Braz, essas coisas consumistas... se algum paulistano ler esse post, favor responder: há vida nesses lugares no sábado?)

Go Bananas!

terça-feira, 22 de junho de 2010

Pensando:

Muita coisa para escrever aqui, pouquíssimo tempo para postar. Viver é mesmo uma aventura.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

E porque não falar da seleção...

Gosto muito de Copa do Mundo e de torcer pelo Brasil. Sou daquelas que enfeita a casa nas cores pátrias e compro buzinas, cornetas, tudo que possa fazer barulho na comemoração, mas... preciso dizer que Shun Tzu definiu perfeitamente em duas frases, o meu sentimento com essa Copa, depois do jogo contra a Coréia:

"Por mais fraco que seja seu inimigo, ele sempre pode te surpreender."

"Faça com que seu inimigo perca a vontade de lutar."

Vamos lá, Brasil! A gente sempre acredita em você.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Alegria, alegria!

- Aniversário de 1 ano da minha sobrinha/afilhada.
- Início de férias.
- Vontade de cometer altas loucuras.
- Momento maravilhoso na vida afetiva e profissional.

Não são bons motivos para viajar? Pois então... Minas, aí vou eu!

Eu volto.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

São Pedro, desliga o ar-condicionado aí!

Pensei que já havia me acostumado ao frio das terras paulistas, mas, pelo visto, carioca que se preza só se dá bem mesmo é no calor. Hoje eu dei um espirro por minuto e por isso fui parar no médico. O diagnóstico? Rinite alérgica. Ótimo negócio para quem acorda sob um frio de 8º C e vai trabalhar num lugar de 5ºC. Se a Academia da Força Aérea já é sombria debaixo de um sol de 40 graus, imagina imersa nas névoas de um dia gelado ! Eu não sentia mais os meus pés, as minhas mãos, o meu nariz! Mas, são ossos do ofício e por esta razão, luvas e cachecóis viraram parte do fardamento. O bom mesmo é que estou em contagem  regressiva: faltam apenas três dias para as minhas férias. Eu juro, mas juro mesmo que vou procurar um lugar bem quentinho para passá-las... 

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Enquanto isso, na AFA...

Dia desses navegava pelo Tico-Tico (um site interno da Aeronáutica), e percebi que, no dia 28 de maio completei dois anos de serviço militar, duas vezes 365 longos dias vestindo o azul da Força Aérea. Parece incrível quando penso na velocidade do tempo e, como o mesmo pode ser relativo: durante os meus seis meses de formação na Escola, os dias se arrastavam manhosamente e a vida parecia parar. Eram longas as manhãs de suga, eram longas as noites não dormidas. Cada intervalo de quinze minutos entre as ralações do dia, eram muito bem aproveitados com cochilos e momentos de descontração. Eu não fazia a idéia de que lama tinha gosto e, claro, gosto ruim (!) ou de como a sujeira incomoda quando gruda no corpo. Muito menos tinha noção do quanto é bom uma cama quente e macia depois de uma longa jornada. Não é todo mundo que gosta da vida militar, mas nela, aprendi as melhores lições da minha vida, como o valor da camaradagem e da boa amizade. É intelecto e físico sendo trabalhado todo o tempo e, principalmente, o estímulo e culto ao berço brasileiro. Hoje, como Sargento da Aeronáutica, amanhã, Oficial do Exército. Tenho muito amor pelo azul, mas quero chegar lá, onde minhas raízes realmente começaram ainda no colegial, quando ingressei na Fundação Osório, escola comandada pela turma verde-oliva. Dois anos... Que o tempo é efêmero, não duvido, nunca duvidei. Talvez seja ele passageiro porque eu amo o que faço. Voar em céus brigadeiros é uma dádiva mesmo, mas eu nunca esqueci o gosto da lama, no inferno verde, frio e molhado!

sábado, 22 de maio de 2010

Os Boboboys

Voltando ao mundo da blogosfera, depois de um pequeno hiatus dedicados à muita coisa boa, retorno com novidades no blog, como a nova repaginada que traz também muitas mudanças. Mas é quase pecado gastar um post inteiro falando sobre isso, então resolvi que falaria de algo que vem incomodando meus pensamentos com bastante freqüência: os boboboys. Para quem não sabe quem são eles, direi, informando de antemão que eles são numerosos e estão espalhados por todo lugar. Alguns leitores reconhecerão facilmente um espécime boboboy após a leitura e, certamente, dará a mão à palmatória ao concordar comigo que é muito fácil detestar todos eles! E, para todos os efeitos, não preciso dizer que boboboy é a mais franca mistura de homem retard...digo, bobo demais com... ah, esquece.

Estilo boboboy indefinido: é aquele tipo de cara que ainda não sabe se é homem ou se ainda é um garotinho mimado criado por avó. Ora resolve mostrar sua masculinidade com atitudes encantadoras, ora descamba numa crise infantil, mimada, quase utópica. Você chega a acreditar que ele possui sérios problemas de ordem psicológica.

Estilo boboboy nariz-de-palhaço: esse tipo é o que consegue me irritar mais. Eles costumam fazer de tudo para chamar a atenção do ponto alvo, neste caso, mulheres. Aí falam alto, normalmente achando que estão abafando, principalmente assuntos que eles acham que você está muito interessada em saber. Essa espécie quer aparecer de qualquer maneira e se sente sempre no meio de um grande palco. Quando encontro um desses tenho vontade de oferecer um chazinho de simancol extra-forte...

Estilo boboboy sem-estilo: faz o tipo não-está-aí-com-nada, mas internamente vive tentando se auto-definir.

Estilo boboboy revoltado: vive reclamando da vida, das pessoas e do mundo, mas não faz e nem pensa em nada que possa resolver alguma coisa. É aquele cara depressivo, que, na maioria das vezes, arruma um hobby para suprir a interna vontade suicida.

Estilo boboboy chucrão: detestável. Senta no ônibus cheio e não levanta nem para idosos e muito menos para gestantes, ainda finge que está dormindo. Nunca é gentil e nem educado, fala mal de todos e sempre se acha correto.

Estilo boboboy machão: coça o saco, peida e escarra no meio da rua. Sem mais comentários.

Estilo boboboy campeão: o clássico cara que não aceita perder. Quer ser o primeiro em tudo, principalmente perante a família e os amigos e, quando não consegue, tende a falar mal dos outros ou inventar mil desculpas para suas falhas.

Estilo boboboy Pinóquio: simples como explicaria Gepeto. Não têm limites para as mentiras que conta e, quando diz a verdade, um grão de feijão vira uma panela inteira.
Estilo boboboybaloo: é o típico homem-chiclete. Custa a arrumar uma namorada e, quando arruma, tem tanto medo de perdê-la que quase mata a garota de tanto sufocar. É aquele que quanto mais a mulher pisa, mais ele gruda.
Estilo boboboy "inho": é tão bonzinho mas... tão feinho... tão chatinho!

Estilo boboboy liso: aquele cara que, definitivamente, não tem papo, a não ser suas aventuras fantásticas por terras desconhecidas ou aquela extraordinária viagem ao centro da Terra (quem sabe do ego dele?).

Enfim, esses são apenas alguns dos tipos de homens descartados da minha lista que andei conhecendo na minha vida. Sejam eles colegas, amigos, ex-namorados ou namorados ou apenas conhecidos de longa data. E, se não há como consertar os boboboys, a gente convive com eles... tentando entender as diferenças, tentando encontrar um diferente!

E você, leitor, conhece algum outro tipo de Boboboy?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O bom filho à casa torna

É, eu estou viva sim. Muito trabalho, provas e um resfriado para atrasar tudo! Esse blog aqui vai mudar em breve. Para melhor, é claro! Aguardem as novidades.

sábado, 24 de abril de 2010

A nada mole vida adulta

Economia, Liderança, Direito, Contabilidade, Filosofia, Matemática Finaceira...ufa... e é só o começo. Isso explica um pouco a falta de atualizações desse blog? Pois é... minhas aulas na Universidade Paulista (UNIP) começaram e o meu tempo anda escasso! Mas eu volto, não se preocupem. Agora, preciso ir ali estudar.

sábado, 3 de abril de 2010

Bon Bini! (Bem-vindo em hopês)

Voltar a ser criança, enfrentar os limites do corpo, pôr a emoção à prova, testar a adrenalina, empanturrar-se com sanduíches e refrigerantes de tamanhos só vistos em desenhos animados: tudo isso é possível num único lugar, o Hopi Hari, eleito pelo oitavo ano consecutivo o melhor parque temático do Brasil. Neste feriado da Semana Santa resolvi retornar ao local, depois da minha última visita ao parque no ano passado.

O tempo estava nublado pela manhã, mas logo que passei pelo “Imigradero” do país Hopi Hari, o sol abriu com toda a força. As filas dos brinquedos estavam gigantescas, de forma tal que não foi possível andar em muita coisa, mas o passeio pelas “cidades”, em especial Wild West, que possui uma temática de faroeste, valeu o dia. Pude também pela primeira vez, assistir a um filme em 3D no Cinetríon, atração que fica bem no início do parque, o que achei demais. Fiquei na vontade (pela falta de coragem) de enfrentar o Hadikali, uma queda livre de 53m de altura e 120km por hora, mas, como ganhei ingressos cortesia para voltar no mês que vem, aposto que não irei resistir. Deve ser uma sensação única e indescritível.

No final da tarde caiu um temporal no parque, fato que não pôs fim à diversão. Recomendo o passeio. Quem já foi sabe que o dia se torna inesquecível. Para quem nunca foi e pretende ir, digo de antemão que é preciso levar boa quantia em dinheiro. As coisas dentro do parque são muito caras (a ponto de uma bola de sorvete custar R$5,50) e um lanche não sair por menos do que R$18,00 por pessoa. E aqueles que pretendem enfrentar os brinquedos “molhados” como Rio Bravo ou Spleshi, levar uma muda de roupa para não passar frio no final do dia! Ficam as dicas!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Momento Diarinho

Minha sala na Academia da Força Aérea
Foto tirada dia 25/03/10 (Data errada na câmera)- Dia do Especialista de Aeronáutica

Sabe quando você olha ao seu redor e percebe que o corre-corre da vida não lhe deixa perceber o quanto você está bem e realizado consigo? Andava assim até parar para pensar dia desses. Eu não percebia onde cheguei e aonde posso chegar. Tenho um emprego estável o qual desejei por toda minha vida: ser militar. Apesar de estar servindo numa localidade que não curto muito, passei a aproveitar e a admirar o lugar por me proporcionar outras coisas. Já que a cidade não tem nada pra fazer, decidi dar um passo mais a fundo na vida adulta e ingressar numa faculdade de Administração. Quando terminá-la pretendo continuar na área militar, mas em postos mais elevados, por conseqüência. Além do trabalho, estou amando conhecer diversos lugares do Brasil. Adoro viajar e jamais abrirei mão desse prazer. Outra coisa que me deixa bastante tranqüila é poder ter a consciência de que me livrei de uma situação muito incômoda e chata no quesito relacionamento. Para quem não acompanhou posts passados, terminei um relacionamento que, se eu pudesse voltar no tempo, jamais o teria iniciado. Pessoinhas que não valem um minuto do tempo, coisas assim. Em compensação, conheci uma pessoa muito legal, inteligente, madura. E estamos ambos sorumbáticos, vivendo bons momentos juntos. Fora todas essas coisas, há quase um ano que a vida me ofertou uma linda sobrinha que eu mimo até não poder mais. E não me sinto culpada por isso e nem pelas críticas de educadores mais tradicionais. Criança tem mesmo é que ser feliz. E assim seguem os dias na minha vida: muito trabalho, muita cerimônia militar (e eu tombando em alguma delas!), um amor apaixonante, pés descalços e brinquedos espalhados numa casa contaminada pelo riso infantil. Tem coisa melhor do que isso?





domingo, 21 de março de 2010

Faça como nós: blogue!


Antigamente, lembro-me bem, tinha uma enorme aversão à blogosfera, principalmente por achar que tudo não passava de uma efêmera modinha. Ledo engano. O mundo dos blogs crescia e, junto com ele, nascia, também, o meu interesse. Em 2004, resolvi fazer parte dessa massa e criei o meu primeiro blog, a princípio sem nome algum, onde eu escrevia qualquer besteira em estilo “internetês” e enfeitava com muitos gifs e imagens piscantes. Ainda bem que essa fase não durou muito tempo e, em 2005, nascia o blog “Cala a Boca Já Morreu”, onde morria também o esdrúxulo internetês e onde começava de verdade a minha saga no mundo virtual dos blogs. De lá para cá, meu blog recebeu várias alcunhas, várias repaginações, vários estilos, mas nunca mais consegui parar. É claro que tiveram aquelas épocas onde um hiatus e outro eram essenciais, mas deixar de escrever nesta página tinha se tornado algo impossível. Blogar virou vício, mania, rotina.

E lá se vão seis longos anos de histórias. Infelizmente uma parte do meu blog hospedada no antigo Weblogger desapareceu da rede, como todos os outros que mantinham suas páginas nesse provedor. Posso me considerar uma blogueira veterana, pois já vi e vivi de tudo nessa blogosfera. Conheci amigos blogueiros que sumiram do mundo virtual, mantenho amizades com outros sobreviventes e a cada dia que passa, vou conhecendo mais e mais autores de páginas virtuais, gente que pensa e expõe, que fala e faz acontecer.

Isso tudo para parabenizar (meio atrasado) a todos pelo dia 20 de março, o dia do blogueiro. Eu não sei muito bem o que me faz ter vontade de blogar, só sei que é bom demais poder usar a liberdade de expressão como forma de interagir e conhecer idéias, mentes, pessoas. Parabéns blogueiros do Brasil e do mundo! Continuemos a nossa jornada de difundir um dos meios de informação mais dinâmicos da Internet, mesmo porque, se viver é arte, blogar faz parte!



segunda-feira, 15 de março de 2010

Dias melhores são Tim Burton

Ah, dormir... Existe prazer mais fácil do que este? Ando numa fase que, se pudesse, dormiria o dia inteiro, acordando apenas para ver um ou outro filminho na minha nova e gigante TV, comprada em infinitas e eternas prestações, esparramada na minha cama com lençóis rosa choque, devorando um pote de pipocas temperadas com sazón e muita, muita Coca-Cola com gelo e limão. Como diria Alex, do Laranja Mecânica: “videar, videar muito...” Enfim, mas isso não é possível na Via Láctea, meus caros leitores. Aqui, nós precisamos conquistar o pãozinho de queijo da padaria de cada dia, queimar os enfraquecidos neurônios para entender chefes que não sabem ser chefes, estudar bastante para as provas de faculdade, correr para não perder a hora... a hora do ônibus, a hora do almoço, a hora da novela, a hora de dormir, a hora de acordar...

Isso tudo pra dizer que eu precisarei muito arrumar um tempo no corre-corre da vida para assistir a estréia desse filme:



Afinal, se não vivemos no país das maravilhas, sonhamos com ele.
Perfeito!

quarta-feira, 10 de março de 2010

A Ditadura do Sutiã

Sutiã: usá-los ou não usá-los? Nós, mulheres, sabemos o quão incômodo pode se tornar o uso dessa peça do vestuário feminino em determinadas situações. Dias excessivamente quentes são um exemplo. Roupas justas, outro. E foi por causa de um vestido coladinho no corpo e a falta de um sutiã, que a Primeira-Dama Carla Bruni vem pagando seus pegados, depois de “pagar peitinho” em um jantar oficial com seu marido, o presidente francês Nicolas Sarkozy.

Sabemos bem que a tal queima de sutiãs nunca existiu e o que realmente aconteceu, foi uma cerimônia, em 1968, onde as mulheres reclamaram do uso de roupas opressoras, incluindo os sutiãs. E, apesar de criticada pela maioria da sociedade tradicional que condena a banalização da sexualidade, Carla Bruni recebeu, também, o apoio de muitos estilistas e profissionais do mundo da moda, que acharam a ousadia um tanto quanto sensual. A Primeira-Dama só veio a integrar o rol de famosas que chamaram a atenção por não usarem sutiã, como Victoria Beckman, Adriana Lima e Kate Moss.

Não integro o Hall da Fama, mas aplaudo de pé essas mulheres, corajosas e feministas. Não usar sutiã é moderno, é pensar no próprio conforto e bem-estar. É claro que não estou colocando em pauta roupas transparentes ou aquele momento entre quatro paredes onde um sutiã pode ser extremamente sensual ou até mesmo pessoas que possuem um volume excessivo na comissão de frente. Mas no dia-a-dia é desconfortável, incômodo, indesejado. Não curto o acessório e somente uso quando necessário, por isso, sou adepta aos “top’s” de algodão e elásticos., mesmo porque, meus seios são pequenos. E detesto comentários machistas, de homens que pulverizam movimentos contra a liberdade de escolha feminina. E, normalmente, homens que criticam o não uso do sutiã, são aqueles que vão dormir com cuecas largas, brancas e de algodão, de preferência com aquela abertura (diga-se de passagem, broxante) na frente.

Polêmicas à parte, existem até históricos de pessoas que perceberam melhoras de saúde após deixarem os sutiãs de lado, acusados de serem um dos causadores do câncer de mama. Mesmo os sutiãs adequados não devem ser usados durante muito tempo, sempre que possível os seios devem ficar livres, soltos, principalmente ao dormir, é o que dizem especialistas em saúde.

E, finalmente, sem a ditadura da moda que tanto assolou as mulheres por várias décadas, a queima de sutiã já não é mais um ato feminista, mas sim, uma batalha para a vida. Fico pensando: será que a imprensa criaria tanta polêmica caso o Presidente deixasse uma parte da cueca aparecendo? Será que a sociedade esqueceu que as mulheres lutaram por seus direitos e agora nunca deixarão de ser livres? É isso aí.


terça-feira, 9 de março de 2010

Take me Home

Nunca falei aqui, mas adoro canções do tipo "Country Roads", principalmente quando cantadas por John Denver. Pegar aquelas estradas do interior de Minas Gerais, Goiás ou terras de fazenda, ouvindo no último volume é maravilhoso. Já tentou? Se não tentou ainda, vale a pena curtir um pouquinho desse estilo de vida e começar o dia num ritmo diferente. Quando ouço esse tipo de música, sinto uma sensação indescritível de liberdade. E você, caro leitor, o que sente?




Este blog está mudando novamente. Aguardem novidades da Matrix.


segunda-feira, 1 de março de 2010

"Dez mil dificuldades não constituem uma dúvida." (Isaac Newton)

Cecília Meireles em seu poema "Ou Isto Ou Aquilo" disse:

"Quem sobe nos ares não fica no chão,quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa estar
ao mesmo tempo nos dois lugares!"

A pior das sensações humanas é a dúvida. Sem dúvida! E eu ando passando por um momento em que não sei exatamente o que é melhor para mim. Preciso tomar algumas decisões na minha vida que implicam em mudanças futuras, sem saber ao certo qual direção tomar. E essas decisões precisam ser rápidas! Aí, como boa virginiana que se preza, não me desligo do problema. E fico matutando o dia inteiro as possibilidades, alternativas, resultados. É difícil demais a vida adulta, minha gente. Se alguém, por ventura, encontrar um pozinho de pirlimpimpim dando sopa em algum livro velho do Monteiro Lobato, me avise. Faz-se necessário.


“O mal dos tempos de hoje é que os estúpidos vivem cheios de si e os inteligentes cheios de dúvidas." (Bertrand Russell)



domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mudanças no Blog

A verdade é que depois de alguns acontecimentos na minha vida, ando me sentindo um pouco mais amadurecida do que antes. E é claro que os vinte e cinco anos refletem uma fase incrivelmente estranha na vida de uma mulher. Primeiro por estar na metade do caminho que leva à vida balzaquiana e, segundo, por estar, ainda, ligada à juventude dos vinte. E, envolta nesse meio termo, muitas coisas podem se tornar confusas. Enquanto o lado mulher está aflorado, o lado infantil ainda tenta conter as rédeas. Enfim, isso tudo para explicar a nova fase do blog (que pode durar pouco ou bastante, variando tanto quanto o humor), sei lá.

Existe uma etapa na vida que somos quase que obrigados a passar, é aquela fase em que vamos dando a cara à tapa e nos decepcionando a cada esquina. Agora estou mais cética quanto às pessoas, infelizmente. Em contrapartida, sinto-me capaz de muita coisa e já não me iludo tão facilmente. E isso vale também para sentimentos. O ruim é ser mal interpretada por pessoas ainda não resolvidas emocionalmente.

Bom, talvez seja este o Post Inaugural de 2010, apesar de terem tido outros. Os tempos de blog estão sendo um pouco mais escassos para mim, mas é quase impossível largá-lo no limbo da blogosfera, afinal, lá se vão seis anos de blogueira. Muitos blogs que nasceram na mesma época que o meu, não sobreviveram, por diversas razões. Eu me viciei nisso, fazer o quê?

Esse será um ano bem agitado. Viajar. Conhecer. Desbravar. Tenho alguns roteiros para descobrir no decorrer de 2010. A vida é isso. Descobertas, vivências e convivências. Até então o meu ano tem sido bom, mesmo com uma perspectiva bem pequena de sair da roça (lugar onde moro por força de trabalho e conveniência da Força Aérea) em tempo rápido demais para me deixar satisfeita. Mas compenso me divertindo até não poder mais. E não posso acreditar em pessoas que vivem seus dias tediosamente dentro de casa, encasquetando problemas, fumando o tóxico ar da falta de liberdade. Eu não consigo! No lugar dessa gente eu estaria é me acabando...

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Direto da Matrix



Estou usando bastante a massa cinzenta aqui na Matrix para projetar uma nova Geringonça. Paciência... logo, logo teremos mais posts.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Fabuleux


Uma viagem para Belo Horizonte, a coleção do Chaves no Mc Lanche Feliz, um filme de comédia surpreendente, a vontade de fazer uma tatuagem, novas perspectivas e mudanças para este blog e a descoberta dos pequenos e verdadeiros prazeres da vida fizeram brotar em mim quase o espírito da Amélie Poulain, mas tudo isso será conversa para outros posts. Aguardem as novidades! Seguidores são bem-vindos!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Carnabelô


Quem é que não conhece a história de Pierrot, Arlequim e Colombina? Personagens da Commedia dell’Arte, estilo teatral da Itália do século XVI, estão bastantes presentes no nosso carnaval. Colombina é a jovem apaixonada que irá descobrir seu amor verdadeiro. O Pierrot é o amor puro que sabe esperar o retorno da amada. Pierrot representa aquele amor que sofre em silêncio e sempre vence. É representado, geralmente, pela figura de um palhaço triste com uma lágrima pintada no rosto. Já o Arlequim é a paixão que chega repentinamente e arrasa corações. Este personagem é caracterizado pelo rapaz esperto, ágil e malandro. As três figuras formam uma espécie de triângulo amoroso. Para quem não conhece a história, embora simples, vale a pena “googlar” para conhecer um pouquinho dela!

Enfim, carnaval batendo às portas e eu de malas prontas. Como não sou muito de foliar, escolhi como destino Belo Horizonte, para poder passear e, também, descansar. Tenho como Escola de Samba do coração o Salgueiro e, adoraria que repetissem a dose do ano passado, abrilhantando a Marquês de Sapucaí com suas cores, o vermelho e o branco.

Quando chega o carnaval, fico me lembrando da minha infância e das marchinhas que o Silvio Santos tocava. O mais curioso ainda é pensar que quando eu ouvia “A Pipa do vovô não sobe mais...” ficava imaginando uma pipa toda colorida que não levantava vôo por falta de esforço do vovô. Abençoada seja a santa inocência das crianças!

Desejo aos amigos blogueiros boa diversão nesse feriado, foliem bastante, divirtam-se sempre com bastante prudência, sem jamais esquecer que depois das brincadeiras todas, a vida tem que continuar...

Agora eu vou nessa porque o tempo ruge e a Sapucaí é grande!



terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Companheiros, viver é lutar! *

Fernão Capelo Gaivota

Falar das coisas que podem também nos representar, não é fácil. Andei durante muito tempo observando o espécime humano. E pude chegar muito rápido a uma conclusão (muito mais rápido até do que eu gostaria): nós apenas nos diferenciamos dos animais pela simples e inútil capacidade de refletir sobre a própria morte. E, claro, não vale dizer que pensamos, desenvolvemos e criamos, pois os animais são capazes da mesma façanha. Pois bem. A minha visão acerca da natureza humana sempre foi invariavelmente muito pessimista. E isso me inclui, obviamente, embora eu tente nadar contra um mar de correntezas quando tento provar para mim mesma que ainda deva existir algum sentido (muito além das nossas capacidades de entendimento), para tudo isso o que somos e em que estamos nos transformando. Estou incluída na classe daqueles que estão inconformados com essa sociopatia que parece abater a humanidade. Infelizmente não sei conviver com pessoas que não se sentem estimuladas com a vida. O que eu observo é gente reclamando do seu dia-a-dia sem mover uma única palha para mudá-la. Mas ainda pior do que isso é perceber que se torna muito mais fácil para elas o jogo do empurra: onde um passado distante e não muito belo recebe toda a culpa das frustrações presentes e, comodamente, as futuras. Tenho ouvido coisas absurdas e medíocres. Não sei se é porque cresci ouvindo que “quem não cai da escada não aprende a levantar e quem não pula o muro não aprende a se arriscar” que por esta razão não lamento minhas perdas e fracassos a não ser que seja para me sentir mais impulsionada para lutar. O bom da vida é que não estamos condicionados a uma situação eterna e imutável. O bom da existência toda é que podemos escolher entre uma boa ou má condição, uma felicidade ou uma tristeza. Mas o bom mesmo é que podemos correr atrás com as nossas próprias pernas e lutar para chegar ao pódio. Ainda que o complexo processo do sistema vital nos seja desconhecido, ainda que nem tudo seja exatamente como a gente quer, tenho optado por ser feliz. Eu quero chegar lá. Mas lá mesmo, depois daquela linha do horizonte. Consegue ver? Não? Eu vejo. Porque eu quero ir além dos limites que me são impostos pelas dúvidas. E você?


* O Título deste Post refere-se à trecho da Canção do Especialista de Aeronáutica.
** O vídeo postado refere-se à trecho do clássico filme "Fernão Capelo Gaivota".

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Quem nunca espiou, que atire a primeira pedra!

Dia desses, recebi um e-mail no qual um autor falava do Big Brother Brasil, programa diário da Rede Globo que todos nós conhecemos muito bem. Na mensagem, em forma de versos, mil críticas ao reality show. E eu fiquei pensando: bom, para um cara chegar a falar mal do BBB é porque já assistiu. E para explicitar tantos detalhes ruins, assistiu muito. Acho tudo uma grande hipocrisia. As coisas funcionam de forma bem simples. Todo mundo quer fechar os olhos para a realidade e é exatamente isso o que o Big Brother mostra: o dia a dia da convivência humana. Eu aposto que todo mundo já brigou em casa com alguém da família, ou algum amigo muito próximo. Já ficou com alguém só por ficar e depois se arrependeu. Já encheu a cara até cair. Já saiu com alguém na primeira noite e já teve relacionamentos que não deram mais certo depois da primeira semana. Qual o homossexual que nunca deu a cara a tapa para defender a causa gay? Estou certa também de que todas as mulheres já colocaram um biquíni mais cavado para chamar a atenção na praia. E também já falaram sacanagens para chamar a atenção de um homem. E esses então? Qual é o homem que não olha para uma mulher quase nua? Aí vem a sociedade hipócrita e diz que o Pedro Bial perdeu o escrúpulo ao chamar os confinados de Heróis. Para mim são heróis sim. Pode ser que eles busquem fama ou dinheiro. Mas quem é que não busca? Ficar preso numa casa durante meses, ainda que possua certo conforto e lazer, não é tarefa fácil, é preciso estar disposto. Distanciamento de familiares e, ainda, a sutil pressão psicológica que o enredo do programa propõe já nos mostra que ser um brother não é tarefa tão simples assim. É preciso ter paciência para suportar costumes e culturas diferentes de tanta gente que se junta num mesmo lugar e querem deixar a sua marca, sua forma de pensar. E é aí que os atritos começam. Tem que ter muito sangue frio para suportar um jogo, que apenas mostra, em forma resumida, a vida como ela é: uma competição onde todos querem se dar bem, sem se importar com o próximo, sem levar em conta sentimentos em prol do dinheiro. Bom, se os brothers são realmente irmãos, até duvido, afinal, são um milhão e meio em questão, mas que o BBB é sempre um colírio aos olhos femininos, isso eu não tenho a menor dúvida.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Anti-Heróis

Que bonzinho, que nada! É engraçado, mas tenho uma queda irrefutável por tipos excêntricos. No ano passado, quando estive passando uma temporada em Belo Horizonte, passou por mim um grupo de caras que a maioria das pessoas intitularia como “estranhos”. Para mim, um “estranho” é aquele tipo de gente que você olha e se sente ameaçado, como alguém que pareça ser um bandido, digamos assim, o que não era o caso. Tratava-se de jovens que se vestiam rebeldemente (e ainda assim se diferenciavam de roqueiros e punks) e transitavam pela Praça Raul Soares já bem tarde da noite. Fiquei olhando naquele misto de admiração e curiosidade. Acho que nunca falei isso aqui no blog, mas existem dois personagens de filme que despertam e instigam minha imaginação. Falando num português claro, eu “pagaria um pau” para esses abaixo, caso não se tratasse apenas de enredo de cinema:

Alex De Large – Cínico, irônico, hipócrita, transgressor, genial, poético, intrigante. Ele é o personagem principal do clássico filme “Laranja Mecânica”. Quem é que nunca viu? O visual dele não é tão bacana, mas possui um olhar muito expressivo e um sorriso quase maquiavélico. Adoro as suas gírias nadsat (termos eslavos e palavras rimadas que exigem dedução para o entendimento) e a maneira como se transforma de bom moço para punk rebelde num piscar de olhos. Perturbador e único.



Willy Wonka – Apesar de tratar-se de um personagem infantil, Willy Wonka é apaixonante. Anti-social, irônico, sarcástico, dono de uma risada estranha e um jeito absurdamente encantador. Adoro o estilo dele, a forma de se vestir e a maneira como se expressa. Há quem diga até que o Wonka se aproximava muito das características de Michael Jackson, pela sua excentricidade e aparência bizarra.




Sweeney Todd – O barbeiro da Rua Fleet é um perfil um pouco mais assustador, mas igualmente excêntrico. Gosto do jeito misterioso dele, principalmente por saber que quem lhe dá vida é o ator Johnny Deep. Em todo o caso, acho fantástico (Principalmente a calça risca de giz!).





Supla – Só para mostrar que excêntricos-estilosos não existem apenas no cinema!






Enfim, como dizem por aí que gosto, política, futebol e religião não se discutem, continuo defendendo a minha tese de que, sejam punks ou não, rebeldes ou não, os homens que sabem se vestir, sabendo ousar sem medo, acabam aguçando algo de inexplicavelmente curioso em mim. Até mesmo porque, quando sabem arriscar, os homens conquistam um ar que não fica tão legal assim em mulheres. Afinal, nada como atiçar os sentidos femininos, não é? De mesmice, o mundo está é mesmo cheio...

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Para início de conversa...


Enfim, o primeiro post de 2010. Confesso que demorei um pouco para retornar a este blog. Na verdade, não ando muito animada com ele não. É a tal falta de tempo que nós, os adultos, conhecemos muito bem. Aquela coisa de trabalho, casa, sono, tarefas que consomem os minutos mais sagrados do dia. E, apesar de desejar ardentemente minhas férias no meio do ano, não reclamo, não. A mente ocupada é um privilégio. Ficar sem fazer nada, de bobeira ou de papo para o ar, é bom, claro. Todo mundo gosta. Mas ninguém agüentaria essa condição para sempre, aposto. Tivemos a oportunidade de nascer e recebemos o dom divino da vida. E por saber de antemão que não sou detentora da eternidade, é que aproveito dia após dia, sem pestanejar, cada momento que me é concedido. Eu gosto muito dessa fase do ano. Fevereiro de Big Brother Brasil, Solitários e Marquês de Sapucaí. E depois as "águas de março fechando o verão, promessa de vida para o meu coração..." Espero que 2010 seja um ano de mudanças positivas na minha vida. Uma das coisas que quero fazer bastante é viajar. Carnaval em Belo Horizonte e Fortaleza nas férias. Dizem que tudo o que se planeja não dá certo, então, sem mais exposições. E se viver é um grande barato, "tolice mesmo é viver a vida sem aventura..."



Estou lendo atualmente: "Velho muito cedo, Sábio muito tarde", de Gordon Livingston.

Imagem: Banco de Imagens do fotosearch.com.br